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Open Banking X Open Finance: quais as diferenças – e o que você precisa saber sobre isso

Tendência
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2 min de leitura

Por: Confidence Câmbio • 21/10/2022

Apesar de parecidos, não são a mesma coisa: o open banking promove mudanças no sistema bancário e impacta, principalmente, bancos e fintechs; o open finance é a evolução desse movimento: aumenta a abrangência e leva o novo fluxo de dados para outras empresas, como corretoras. Explicaremos melhor a seguir.

O que é Open Banking?

O Open Banking já completou um ano e meio de implementação no Brasil. Até então, já era um assunto em pauta no resto do mundo. O conceito surgiu em 2016, no Reino Unido, quando o órgão regulador local, o FCA (Financial Conduct Authority), concluiu que os bancos não tinham concorrência suficiente para oferecer os melhores serviços para os consumidores.

Antes do regulamento, todas as informações financeiras de uma pessoa estavam necessariamente atreladas à instituição que as possuía. Se você era cliente do “Banco X”, apenas ele detinha seus dados (como nome, CPF, endereço e o histórico de pagamento de empréstimos). Essa configuração de sistema limitava a oferta de soluções oferecidas. 

O Open Banking foi a primeira etapa de uma verdadeira revolução no setor. O usuário final passa a ser proprietário dos seus próprios dados financeiros e decide de forma autônoma com quem vai dividi-los, seja uma instituição financeira ou não. Por trás do tráfego de informações, está o trabalho quase invisível das APIs, as ferramentas que permitem que as informações circulem de forma rápida e segura.

E o Open Finance?

Aqui no Brasil, o sistema de compartilhamento de dados financeiros aconteceu de forma faseada, supervisionada pelo Banco Central. A quarta e última etapa começou a valer em dezembro de 2021. A partir dela, entrou em vigor também o Open Finance, uma evolução do Open Banking: ele amplia a possibilidade para outros setores, como seguradoras, corretoras de investimentos, câmbio e previdência.

“O Open Finance é a ampliação do Open Banking. O projeto mudou de nome para mostrar a sua maior abrangência, que inclui não somente informações sobre produtos e serviços financeiros mais tradicionais (como contas e operações de crédito), mas também dados de produtos e serviços de câmbio, credenciamento, investimentos, seguros e previdência”, explica o BC, em seu site oficial.

Na prática, a iniciativa busca aumentar consideravelmente a competitividade entre empresas e diminuir a assimetria da informação entre instituições, resolvendo o problema lá do início, que restringia a oferta de soluções dos bancos.

O que já é possível fazer no Open Finance e o que está por vir

  • Pessoas físicas e jurídicas, se desejarem, podem solicitar o compartilhamento de seus dados cadastrais, de informações sobre transações em suas contas, cartão de crédito e produtos de crédito contratados.
  • Realizar pagamentos no ambiente de Open Finance. O Pix foi a primeira modalidade a ser disponibilizada.

No projeto do Open Finance, também está previsto a interoperabilidade com o Open Insurance (sistema de seguros aberto, ainda em fase de implementação no Brasil) e o encaminhamento de proposta de operação de crédito.

Fontes: Banco Central, CNN e G1.