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Conheça os tipos e as categorias de bancos no Brasil

Curiosidades
Operações financeiras
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Operações financeiras

3 min de leitura

Por: Confidence Câmbio • 6/10/2022

O mercado de crédito, no Brasil, ainda gera muitas dúvidas. Entender quais são os tipos de bancos, suas particularidades e subcategorias pode ajudar você a escolher e investir da melhor maneira.

Se você abrir um dicionário (ou entrar no Google) e buscar a palavra “banco”, no sentido econômico, provavelmente vai encontrar um significado parecido com esse: “estabelecimento ou sociedade mercantil de crédito, que tem por objetivo receber depósitos de dinheiro em conta-corrente, aplicar capital, realizar empréstimos, operar em câmbio e etc.”. Mas, talvez, o que caracterize de fato um banco é ser uma instituição financeira que atua como intermediária entre quem quer emprestar e quem quer tomar dinheiro emprestado. O lucro, para elas, vem da taxa das transações – os juros. 

De maneira geral, os bancos podem ser divididos em tipos (e, aqui, podem acontecer interseções) e categorias (estas últimas, obedecem a regulação prudencial do Sistema Financeiro Nacional, como veremos mais adiante). 

Os tipos de bancos

Bancos comerciais. São a base do sistema monetário do país e atuam distribuindo os recursos de quem aplica para quem precisa de capital, na forma de crédito (sejam pessoas físicas ou jurídicas).

Bancos de investimentos. Realizam operações de fusões e aquisições, gerenciando recursos de outras empresas. 

Bancos de desenvolvimento. São especialistas em política monetária para projetos sociais de um país e financiam atividades voltadas para o desenvolvimento da infraestrutura nacional. 

Bancos de câmbio. Têm autorização para realizar operações de câmbio para pessoas físicas e jurídicas, como por exemplo, transferências internacionais, compra e venda de moeda estrangeira, câmbio para exportação e importação, entre outros. O Travelex Bank se encaixa neste tipo – foi, inclusive, o primeiro banco do país, registrado e aprovado pelo Banco Central do Brasil, a operar exclusivamente em câmbio. Entre os serviços oferecidos, estão: compra e venda de moeda estrangeira, conta corrente em moeda estrangeira e transferências internacionais.

Bancos múltiplos. Englobam as instituições que possuem atividades em diversos ramos do sistema bancário, com grande portfólio de produtos e serviços. A estrutura é mais complexa e, por conta de sua atuação expandida, conseguem captar grandes fatias de mercado.

As categorias de bancos no Sistema Financeiro Nacional

Já entendemos que os bancos podem ser divididos em tipos, segundo a atividade que exercem. Mas e quanto à organização do Banco Central? Como ele enxerga a operação dessas empresas?  Em janeiro de 2017, o órgão estabeleceu uma segmentação para  instituições financeiras. A resolução classifica as organizações de acordo com porte, atividade internacional e perfil de risco e assegura a eficiência da intermediação de recursos e a saúde financeira do país – bancos com mais ativos são submetidos a normas mais complexas do que os menores. Além disso, “A segmentação em níveis fomenta a competitividade”, diz o Banco Central em seu site oficial. São 5 categorias:

S1. É a categoria que abrange os bancos de porte maior ou igual a 10% doPIB ou atividade internacional relevante. Devem operar em alinhamento total com as recomendações do  Comitê de Basileia para Supervisão Bancária, o fórum internacional que discute, formula e supervisiona as melhores práticas do setor no mundo.

S2. Reúne bancos de tamanho entre 1% e 10% do PIB. Também precisam seguir as orientações do Comitê de Basileia, com exceções pontuais.

S3. Aqui entram os bancos e instituições não bancárias que correspondem de 0,1% a 1% do PIB. A eles, são aplicadas regras simplificadas para risco de mercado e cobertura.

S4. Organizações de porte inferior a 0,1% têm maior simplificação nos requisitos prudenciais e na estrutura de gerenciamento de riscos.

S5. Inclui apenas as instituições bancárias com perfil de risco simplificado. Nesse caso, há uma metodologia facultativa simplificada para apuração dos requerimentos mínimos. 

Fontes: Exame e Banco Central.